Como viajar o mundo com pouco dinheiro: 5 segredos que ninguém te conta
Viajar o mundo é o sonho de muita gente, mas para muitos ainda parece algo distante — reservado apenas para quem tem muito dinheiro ou tempo livre. A boa notícia? Isso é um mito. Com planejamento, criatividade e acesso às informações certas, é totalmente possível explorar diversos países gastando muito menos do que você imagina.
Neste artigo, você vai descobrir segredos pouco divulgados de como viajar o mundo com pouco dinheiro, viver experiências incríveis e ainda economizar.
1. Planejamento é a chave (e não precisa ser chato)
Antes de qualquer coisa, viajar barato exige planejamento. Mas não estamos falando de planilhas complicadas ou roteiros fechados até o último detalhe. O que você precisa é:
- Definir um orçamento mínimo.
- Escolher datas flexíveis.
- Focar em destinos acessíveis.
Pesquise com antecedência e use alertas de preço em sites como Google Flights, Skyscanner e Kayak. Muitas promoções de passagens aparecem com semanas de antecedência e duram pouco tempo.
Dica bônus: Voar em dias de semana, especialmente às terças e quartas, costuma ser mais barato.
2. Use milhas e programas de fidelidade inteligentemente
Você não precisa ser um viajante frequente ou ter um cartão black para acumular milhas. Atualmente, existem várias formas de acumular pontos:
- Compras no cartão de crédito.
- Aplicativos de cashback que convertem em milhas.
- Transferências promocionais de pontos.
Depois, é só converter suas milhas em passagens. Algumas promoções permitem viajar pelo Brasil ou América do Sul por menos de 10.000 milhas — o que equivale a gastos do dia a dia se bem utilizados.
3. Hospedagem barata (ou grátis): sim, isso existe
Além da passagem, a hospedagem costuma ser o maior gasto de uma viagem. Mas você tem mais opções do que imagina:
- Hostels: oferecem quartos compartilhados e preços baixos.
- Work Exchange (Troca de trabalho por hospedagem): plataformas como Worldpackers e Workaway conectam viajantes a anfitriões ao redor do mundo.
- Couchsurfing: durma na casa de locais gratuitamente e viva uma experiência cultural profunda.
- Casas de voluntariado: ONGs, ecovilas ou fazendas sustentáveis oferecem comida e estadia em troca de colaboração.
4. Viaje para destinos alternativos (e evite as armadilhas turísticas)
Paris, Nova York e Tóquio são incríveis, mas também são caras. Que tal explorar:
- Leste Europeu (como Romênia ou Albânia).
- Sudeste Asiático (Tailândia, Vietnã, Filipinas).
- América do Sul (Bolívia, Colômbia, Equador).
Além de mais baratos, esses destinos costumam ser menos lotados e muito mais autênticos.
5. Trabalhe ou estude enquanto viaja
Você pode viajar e ainda gerar renda ou aprendizado durante o percurso:
- Freelancer: leve seu trabalho remoto com você.
- Au pair: cuidar de crianças e viver com uma família no exterior.
- Estudos com bolsa: diversos países oferecem bolsas para estrangeiros, inclusive com ajuda de custo.
- Cursos rápidos com permissão de trabalho: como na Austrália e Irlanda.
Você economiza e ainda ganha experiência internacional.
6. Comida, transporte e passeios: economize sem abrir mão da experiência
Comer fora todo dia pode pesar no bolso. Por isso:
- Faça compras em mercados locais.
- Cozinhe onde estiver hospedado.
- Coma onde os locais comem (menos turístico = mais barato e autêntico).
No transporte, escolha ônibus, trens regionais e apps de caronas compartilhadas como BlaBlaCar. Já os passeios, muitos museus e atrações têm dias grátis — pesquise isso com antecedência!
7. Um exemplo real de viagem econômica
Amanda, 27 anos, viajou por 4 países da América do Sul em 60 dias com menos de R$ 6.000. Como?
- Usou milhas para ir até o Chile.
- Trabalhou voluntariamente em hostels pelo Worldpackers.
- Cozinhava sua própria comida.
- Usava ônibus e caronas para se deslocar.
- Visitava atrações gratuitas.
Com planejamento, foco e criatividade, ela fez uma viagem de sonho, gastando menos que o valor de um smartphone
